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domingo, 17 de julho de 2011

Virgindade Feminina


A virgindade de uma mulher não é eliminada em qualquer ato sexual. Habituou-se a tomar como referência da virgindade feminina a presença do hímen, uma membrana localizada na vulva, que tem como função principal fechar parcialmente a entrada da vagina. Em alguns mamíferos ela impede que as fêmeas, ao longo da infância, adquiram qualquer tipo de infecção. Nesta etapa e com tal missão para cumprir, a membrana é densa e resistente.
Durante a puberdade, esta película sofre uma metamorfose, tornando-se mais fina e menos rija. Embora geralmente se rompa assim que o pênis penetra na vagina, ela é de certa forma ilusória na determinação da virgindade, pois pode também ser violada por meio de um mero acidente – durante a equitação, a ginástica, ou raramente no uso de um tampão. Pode ocorrer igualmente que o hímen seja tão elástico, que mesmo após a penetração sexual ele continue preservado, rompendo-se apenas durante um coito sem maiores cuidados, ou no primeiro parto. Sabe-se, além disso, que algumas mulheres optam pelo sexo anal, ou oral, para não perderem a membrana, e assim oficialmente permanecem virgens. Há inclusive o caso de mulheres que nascem sem o hímen, mas são consideradas virgens até a realização do primeiro ato sexual.
As mudanças principais, porém, não são as físicas, e sim emocionais. Claro que essa afirmação não dispensa a necessidade de se procurar um ginecologista, e de alguns cuidados, como o uso da camisinha, para prevenir doenças sexualmente transmissíveis e prevenir uma possível gravidez, e de outros anticoncepcionais, se forem indicados pelo especialista. Mas é igualmente importante, no momento do ato sexual, estar consciente das suas implicações na esfera dos sentimentos – saber se é o momento certo, com o parceiro mais adequado, se há maturidade emocional suficiente para justiçar esta iniciativa. Isto porque, quando não se está preparado para dar este passo, logo vêm a culpa, o medo, a vergonha, o arrependimento. As lembranças da primeira vez ficam para o resto da vida, e muitas vezes determinam a vida sexual de uma mulher ou de um homem.
Em algumas culturas, a virgindade não tem muito valor, já em outras a sua perda representa um momento sagrado, um rito de iniciação a ser celebrado. Em sociedades como a nossa, a virgindade tem um alto valor social, religioso e cultural. Aliás, a origem desta palavra é de fundo religioso, justamente para refrear a atividade sexual feminina, assegurando assim a instituição matrimonial e a legalidade dos filhos. Manter a mulher virgem e fiel ao marido permitia que somente os herdeiros legítimos tivessem acesso aos bens da família. Nestes tempos, a maior parte dos casamentos eram constituídos segundo fatores de ordem econômica, que prevaleciam sobre os sentimentos. Mas porque só as mulheres deviam manter-se virgens e fiéis? Com certeza aqui está implícita a visão de mundo sobre o feminino, considerado desigual e sujeito a preconceitos e violências sem tamanho, o que é válido também para os nossos dias.
Mas nem sempre foi assim. Ser virgem em algumas antigas civilizações conferia às mulheres dons mágicos ou sagrados, como no Oráculo de Delfos, no qual a pitonisa, que mediava o contato dos homens com os deuses, era virgem. Na Idade Média, o unicórnio – animal mitológico geralmente branco, que apresenta a forma de um cavalo e chifres em espiral – só podia ser domado por uma virgem. Já no Cristianismo, um de seus principais símbolos é a Virgem Maria, que representa castidade e celibato, reforçando a imagem da necessidade da preservação da virgindade até o casamento.
É importante saber que o hímen é uma membrana valorizada apenas por determinadas sociedades, não tanto biologicamente. Como ela tem poucos vasos sanguíneos, a primeira relação não precisa necessariamente ser dolorosa, nem é obrigatório haver o sangramento. Ao longo do ato, quanto mais relaxada estiver a mulher, mais lubrificada estará sua vagina, facilitando a penetração do pênis. Criar um clima de preparação para este momento tão aguardado, não ter pressa, não se precipitar, a presença de muito amor, carinho e desejo, a confiança no parceiro, tudo ajuda a eliminar a dor e a tornar esta primeira vez um instante inesquecível.

Virgindade masculina como lidar?

Ao contrário do que se passa com a virgindade feminina, a virgindade masculina nunca é cobrada pelas diversas sociedades, sendo que o homem chega mesmo sofrer a pressão contrária


Ao contrário do que se passa com a virgindade feminina, a virgindade masculina nunca é cobrada pelas diversas sociedades, sendo que o homem chega mesmo a sofrer uma pressão contrária: no sentido de ter a primeira relação sexual. Além do mais, se um homem permanecer durante muito tempo virgem pode, inclusive, ser acusado de homossexual.
Contudo, a sociedade acaba por "cobrar", tanto relativamente a se manter a virgindade quanto a perdê-la, às mulheres e aos homens, respectivamente. Esta é uma atitude pouco saudável, já que há uma altura apropriada para cada indivíduo ter a sua primeira relação sexual, quando se sentir preparado. E a importância dada à virgindade deve partir de cada pessoa, baseada nas suas crenças, sejam elas religiosas, culturais ou pessoais.
No que respeita à forma como os homens encaram a virgindade, no modelo tradicional masculino a virgindade masculina era freqüentemente encarada com alguma vergonha e, algum caso reserva, pois sempre foi dada muita importância à capacidade da realização do ato sexual. “Para o adolescente, tornar-se e ser homem era muito uma medida da sua capacidade, ser potente, ser viril», explica o psicólogo clínico Vítor Branco.
Atualmente, «talvez o modelo masculino tenha interiorizado algumas características do modelo feminino, e os aspectos da ligação afetiva de proteção, não sexual, estão mais presentes», acrescenta. No entanto, o mesmo psicólogo argumenta que «a construção da identidade masculina ligada à potência, a competição e em determinada medida ao ato sexual, parecem ainda muito atuais. “Nessa perspectiva o que é desejado não é a virgindade, mas o contrário: ter relações sexuais.»
Tornar-se homem
De fato, segundo Luís F., «a virgindade, entre os homens, é encarada como tabu, pois o contacto sexual é visto como um passo para um rapaz se tornar homem». Luís, agora com 32 anos, teve a primeira relação sexual aos 12 anos, para ser aceite no grupo de amigos da escola. «Ao contrário da virgindade feminina, que é instigada pelos valores familiares, a virgindade masculina é socialmente reprovada», afirma este jovem.
«Um rapaz virgem, não diz abertamente aos amigos que o é, porque receia ser excluído ou gozado por determinada comunidade de amigos onde está inserido», refere Luís. Contudo, o psicólogo Vítor Branco explica que o fato de se dizer ou não aos amigos que ainda não se teve relações sexuais, «depende do grau de intimidade. Mas, dado que os adolescentes rapazes baseiam uma apreciável parte do seu relacionamento e do seu crescimento enquanto homens na competição sexual, obviamente admitir ser virgem pode ser sentido como um insucesso ou como uma desvantagem ou falta de atributos.»
Contudo, este sentimento de "gozo" entre os homens é mais evidente numa camada mais adolescente que numa mais adulta. «Todas as pessoas já foram virgens», comenta Vítor Branco, «por isso, não faz sentido reprovar quem ainda não tenha tido relações sexuais.» Apesar de ter deixado de ser virgem muito cedo, Luís não hesita em afirmar: «Não importa a idade com que se perde a virgindade, mas o sentimento que se tem quando se escolhe uma pessoa para ser a primeira a experimentar algo pela primeira vez e a maturidade de tomar essa decisão.»

terça-feira, 12 de julho de 2011

*-*Apaixonada por você*-*

Não sei como descrever o que estou sentindo é uma sensação de plena felicidade talvez você já tenha passado por isso acorda todas as manhas com um sorriso no rosto e o coração gritando te amo em todos os idiomas, pois é estou nessa fase é tanto amor que não sei como dou conta mais isso esta acontecendo de forma tão especial não que me importo de como vai ser o futuro na verdade me interessa é o presente o agora acho que não tem noção do quando você mexeu comigo coisa que achava que nunca iria acontecer se aparece-se um gênio da lâmpada dizendo que tenho direito a um desejo seria fica pertinho mata essa vontade de ter ao meu lado sentindo seu cheiro , beijo o modo que anda, olha nos olho, faz careta quando não concorda com alguma coisa acaba de toma suco e fica com bigodinho fofo tudo em você to amando com uma intensidade que nem mesma sabia que poderia mais to feliz muito feliz ao teu lado me sinto completa sem precisar do ar até mesmo pra respirar faz eu tira o pé do chão sonhando em chegar à noite pra imagina como seria fica olhando seu sono com a claridade a lua sobre seu corpo mostrando que uma linda menina mulher ama com a velocidade da luz que muda o mundo com um sorriso que é único um olhar que é penetrante dizendo tudo que precisa sem ao menos falar o toque no corpo que arrepia ao chegar mais perto a respiração ofegante pelo contato tão próximo que faz o mundo girar em ao menos sai do lugar sensação essa que to vivendo a cada minuto cresce e cresce Te amo uma palavra tão doce e ao mesmo tempo reveladora aos apaixonados e hoje estou apaixonada, pois, se depender de mim esse amor irei levar comigo pela vida toda desejando ter você no meu coração mesmo que de longe eu possa olhar pra lua e pedir avisa que amo muito e o coração será eternamente dela mesmo que passe anos, décadas, séculos, ou eternidade, pois, foi à única que conquistou o que ninguém na vida tinha conquistado grito pra todos os ventos EU TO APAIXONADA! Obrigada por você existir na minha vida minha arteirinha Eu amo vc *-*
http://www.youtube.com/watch?v=eOaEk0cBuvw

Definições popular FLEX OU BI?



   HETEROFLEXÍVEIS                 
 BISSEXUAL
Definições
Flex, bicurioso
Gilete, espada
Quem são
Na maioria, garotas até os 20 anos
Não há restrições de idade ou gênero
Como são
Heterossexuais que eventualmente se relacionam com pessoas do mesmo sexo
Pessoas que sentem atração e gostam com a mesma intensidade tanto de homens como de mulheres
Ímpeto
Curiosidade
Prazer
Objetivo
Descoberta
Prazer
Diferenças
A atração por alguém do mesmo sexo é momentânea e, muitas vezes, a relação não passa de beijos. Na hora de manter uma relação séria, o heteroflexível escolhe o sexo oposto
O prazer durante a relação é o mesmo, independentemente do sexo do companheiro.
O bissexual se relaciona e assume compromisso com ambos os sexos

Sexualidade flex

Surge um novo tipo de heterossexual, os heteroflexíveis: pessoas que beijam e até transam com outras do mesmo sexo de vez em quando, mais por curiosidade do que por prazer, mas não se consideram homo, nem bissexuais.
A primeira vez de Carla* foi aos 16 anos. Estimulada por um ex-namorado durante uma festa, ela beijou a melhor amiga na boca. E não foi apenas um selinho. Foi um beijo de verdade, com direito a língua e tudo. Hoje, aos 24, ela continua beijando meninas. Para ela, é saudável e divertido. E nem por isso se considera homo ou bissexual. Carla se diz hétero. Ou, melhor, heteroflexível. O termo caracteriza pessoas que se definem como heterossexuais, mas que ficam com outras do mesmo sexo.
O fenômeno é mais comum entre as mulheres e não está restrito ao Brasil. Uma pesquisa realizada recentemente nos Estados Unidos, pelo Centro Nacional de Estatísticas em Saúde, mostra que 15% das universitárias, entre 19 e 24 anos, já tiveram relação homossexual. Mas a maioria delas não se declara gay ou bissexual. Famosas héteros como Kate Moss, Sharon Stone, Pink e Madonna - que já foram fotografadas beijando outras mulheres - também contribuem para uma melhor aceitação da heteroflexibilidade entre as meninas, que até têm um hino. No hit "I Kissed a Girl" (eu beijei uma menina), a cantora norte-americana Katy Perry fala sobre a experiência de beijar outra garota na boca, mesmo tendo um namorado.
Por mais complicado e estranho que pareça, existem mesmo diferenças entre a heteroflexibilidade e a bissexualidade, dizem os especialistas. "Beijar uma pessoa do mesmo sexo não significa que a menina ou o menino seja gay ou bissexual. O beijo é uma forma de expressão e pode ter vários significados, entre eles o de carinho, e não de atração carnal", diz o médico e sexólogo Amaury Mendes Júnior, coordenador de pós-graduação da Clínica Delphi, no Rio de Janeiro. Enquanto héteros, bi e homossexuais já sabem exatamente o que querem, o heteroflexível ainda está em uma fase de experimentação, segundo a psicoterapeuta e sexóloga Mara Pusch, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "Para o bissexual não importa se o companheiro é um homem ou uma mulher para ter pleno prazer. O flexível não tem esse mesmo prazer. Ele quer experimentar, conhecer. Ele não se sente atraído sempre por alguém do mesmo sexo, mas apenas naquele exato momento", diz a sexóloga.
E justamente por estar relacionada à fase de descobertas, a heteroflexibilidade é mais comum entre os jovens. "Ela pega a faixa da adolescência até os 20 e poucos anos, mas não é uma regra fechada. Também existem adultos flexíveis", diz Mara, que ressalta que as meninas são mais abertas à prática. "A sociedade aceita melhor duas mulheres se beijando do que dois homens, e o menino ainda tem aquele estigma de machão, de não querer levar fama de bicha. Sem contar que existe toda a fantasia de duas mulheres juntas. As meninas que se beijam atraem mais meninos", diz a sexóloga.
Apesar de mais comum, a prática flex não fica necessariamente apenas no beijo. "Já fui além do beijo com outras meninas, foi bom, mas não passa disso. Não me sinto totalmente atraída e não namoraria outra mulher", conta Carla. Já para Patrícia*, de 33 anos, ir além foi o que a fez se tornar uma ex-heteroflexível convicta. "Deixei de ficar com mulheres quando fui parar na casa de uma lésbica e rolou um monte de coisa esquisita que para ela era sexo", diz.
A fase flex de Patrícia começou por curiosidade e questionamentos e durou dos 19 aos 26 anos. "Tinha curiosidade em saber se poderia gostar e questionava muita coisa por achar que tudo era convencionado pela sociedade. 'Por que não beijar mulher? É só uma manifestação de carinho', pensava. Era uma coisa entre amigos, uma celebração da liberdade", explica. Mas ela ressalta que nunca sentiu atração de verdade por uma mulher. "Só admiração como pessoa mesmo. Sentia prazer somente no exibicionismo." Hoje, Patrícia é casada e mãe de um menino de dois anos.
Segundo a sexóloga Mara Pusch, a heteroflexibilidade sempre existiu, mas agora está mais evidente. "Isso acontece porque há um número maior de locais que proporcionam isso. Já não precisa ser tão camuflado", diz. A prática também pode ser um primeiro passo para a pessoa se aceitar melhor. "Depois das experiências, ela pode se descobrir homo ou bi e se aceitar do jeito que é", finaliza o sexólogo Amaury Mendes Júnior.

O que é Metrossexualismo?

A Metrossexualidade ou o metrossexualismo, logo o metrossexual: é um termo originado nos finais dos anos 90, pela junção das palavras metropolitano e sexual, sendo uma gíria para um homem urbano excessivamente preocupado com a aparência, gastando grande parte do seu tempo e dinheiro em cosméticos, acessórios, roupas e tem suas condutas pautadas pela moda e as "tendências" de cada estação.
Foi usado pela primeira vez em 1994 pelo jornalista britânico Mark Simpson e foi aproveitado pelas revistas masculinas britânicas e norte-americanas para fazerem desta definição o seu público-alvo. Depois da sua utilização ter decrescido nos EUA, o termo foi re-introduzido em 2000 a par da diminuição dos tabus relativos à cultura gay (e com a qual este termo era frequentemente confundido).
Mas só em 2002 é que o termo se popularizou. Tudo começou com um novo artigo de Mark Simpson, onde afirma que um exemplo conhecido de alguém que se encaixa no perfil do metrossexual é David Beckham, atleta do Los Angeles Galaxy, que gosta de passar o dia nas compras, arranjar as unhas, ir ao cabeleireiro ou cuidar do corpo. Após a publicação de tal artigo, a firma Euro RCSG Worldwide adoptou-o numa pesquisa de mercado e o jornal New York Times deu uma grande destaque à metrossexualidade, difundindo amplamente o termo.
Os metrossexuais são conhecidos por não viverem sem a sua marca predilecta de hidratante para a pele, apreciarem um bom vinho, sonharem com o último modelo de carro desportivo e gostarem de comprar peças de design. Estes seres vaidosos estão geralmente bem colocados profissionalmente.
Mais do que uma moda passageira, a presença deste homem está bem viva nos EUA e Europa, tendo o mercado de acessórios masculinos crescido exponencialmente. Marcas como Dolce & Gabbana, Ferr Grife, Giorgio Armani, Prada ou Versace têm colocado cada vez mais artigos à disposição dos seus clientes. Por outro lado, a marca de sapatos de design italiano Tod's tem-se dedicado a modelos feitos à mão para este nicho de mercado, podendo atingir um par de sapatos valores como 350 euros.
O aparecimento recente deste termo está ligado à alteração de comportamento do sexo masculino no final do século XX. Tal como as mulheres, os homens começaram a folhear as revistas masculinas para saberem o que está ou não na moda. Deixaram de cortar o cabelo no barbeiro e passaram a frequentar com mais assiduidade os institutos de beleza. Têm cuidados com a sua pele e sentem-se menos embaraçados para entrarem numa perfumaria e adquirirem cosméticos para si. Nos anos 70, apenas alguns homossexuais masculinos se preocupavam com tais questões.

Fantasia quero uma mulher na minha relação!

Agora eu vou comenta um assunto que na cabeça dos homens é o desejo da grande maioria sempre ouvia os comentarios dos meninos e adultos mesmo falando que a fantasia era ter 2 mulheres na cama mais nem todos pode realizar sendo que suas parceiras nao aceitaria de maneira nenhuma sendo que algumas tem a liberdade de aceita isso achando que é uma experiencia diferente do dia-a-dia e até mesmo uma oportunidade de melhora a relação com seu parceiro vejo que quando a mulher toca nesse assunto automaticamente ja esta gritando na cabeça dos homens a maioria minha mulher é Lesbica ou então humm safadenha querendo me ver com outra o que na verdade pode ser que sim mais pode ser que não algumas mulheres tem a vontade de realizar essa fantasia pra si mesmo um modo de conhecer o proprio corpo descobrindo novos prazeres que até o momentos desconhecido bom quando passa esse pensamento pela cabeça das mulheres automaticamente elas logo se pergunta nao pode ser mais bonita do que eu nem mais isso nem mais aquilo ja na cabeça dos homens passa sendo gostosa to dentro e se achando o dono da razao até por que nem tiro é raro um homem ter essa fantasia realizada principalmente com a namorado ou mulher na maioria das vezes pode acontecer mais com garotas de um festa ou outros lugares em diferenciados momentos esse tipo de pensamento corre mais forte do que chamamos de curiosidade ja corre pra saber os perigos e cada vez que busca mais informaçoes mais a vontade cresce nao só a da mulher que planejou mais do cara que vai participa na cabeça de homem ja faz depois de um tempo vou conta pros meus amigos que fiz vou ser o cara do momento na cabeça da mulher é diferente vou saber qual é a sensaçao de ter outra na cama a claro com meu companheiro junto mais sempre com a pitada de "eu vou" dificilmente vai ouvir nos vamos ter a mulher é uma singularidade bem particula quando se trata dela e mais de uma pessoa mais na verdade deixo a pergunta e você tem essa fantasia pra realiza?

Estou gostando de mulher e ai?

Não é facil descobri que você esta afim de outra mulher pra muitos seria a pior coisa do mundo pois , nao é certo a familia nao iria aceita mais ai eu pergunto a gente manda no coração ai vem a temida resposta NÃO mais e o que fazer bom nao adianta fica louca sair pusxando os cabelos isso só ira dar uma dor de cabeça que nao tem noção passo a passo de como lida com essa situação:

1º Você nao esta louca pode fica calma em cada 1000 pessoas 10 começa a ter um certo interesse por mulheres
2º Coração bate forte quando ve ela se aproximando de você respira e nao desmaia
3º Isso nao é bicho de sete cabeça nao tudo tem jeito mesmo pra morte fica calma
4º Se pergunte quantas vezes deseja eu tenho CERTEZA pois , sentir atração é diferente de ser Lesbica
5º Respira bem fundo e para de tenta procura uma razão pra isso te acontecido com você
6º Não tenta fugir por que quanto mais corre mais perto e complicado fica tenta pensar de forma critica mais conciente do momento que esta vivendo
7º Acha melhor conta pra alguem que seja de sua total confiança pois isso pode mudar sua vida se cai no ouvido de pessoas erradas
8º Procure saber mais sobre esse seu momento ele é um dos mais emocionante que possa imaginar
9º Ta calma consegiu ver tem soluções e agora tem certeza que realmente gosta
10º Informações sobre o assunto sempre melhora a confusao que fazemos quando descobrimos isso entao devore livros e tenha contato com pessoas que é Homossexual , Bissexual entre outros assim pode ter a certeza pela sobre tudo

E você ja sabe se gosta ou nao?

O respeito ao proximo em qualquer lugar





Transgénero

Transgenerismo (termo referente aos transgêneros PB ou TransgénerosPE) refere-se à condição cuja expressão de gênero não corresponde ao papel social atribuído ao gênero designado para elas no nascimento. Mais recentemente o termo também têm sido utilizado para definir pessoas que estão constantemente em trânsito entre um gênero e outro. O prefixo trans significa "além de", "através de".

A gênero designado entendemos como uma série de espectativas de implicações sociais baseadas nas características físicas (principalmente a genitália) com vias a dividir a sociedade humana em dois grandes grupos: homens e mulheres. A isso podemos incluir características de hábitos e comportamentos, que podem ser variáveis em relação a tempo/espaço como por exemplo em termos de roupa, embora seja comum um homem usar calças no dia-a-dia em Portugal e Brasil, tal não acontece em locais como o Vaticano, por outro lado em meados do século XX seria impensável uma mulher usar calças em Portugal, situação que hoje em dia é vista como socialmente aceitável. Também há outras características de comportamento que enquanto alguns a atribuem justificativas biológicas outros atribuem justificativas sociais e apontam suas origens no surgimento da sociedade patriarcal tais como passividade, cooperação, emoção nas mulheres e atividade, competição e razão nos homens.

Estereótipos de género existem de forma binária em áreas tão diversas como a forma de agir, cuidados com a apresentação, emprego, educação, responsabilidades e relacionamentos. Mais recentemente alguns destes estereótipos de género tornaram-se mais esbatidos e menos reforçados que no passado, tendo os governos tomado medidas activas neste sentido em áreas como o emprego.

O que é Transexualidade?

Transexualidade é a condição considerada pela OMS como um tipo de transtorno de identidade de gênero,[1] mas pode ser considerada apenas um extremo do espectro de transtorno de identidade de gênero.[2] Refere-se à condição do indivíduo que possui uma identidade de gênero diferente a designado no nascimento, tendo o desejo de viver e ser aceito como sendo do sexo oposto. Usualmente o homens e a mulheres transexuais apresentam uma sensação de desconforto ou impropriedade de seu próprio sexo anatômico, desejam fazer uma transição de seu sexo de nascimento para o sexo oposto (sexo-alvo) com alguma ajuda médica (terapia de reatribuição de gênero) para seu corpo. A explicação estereotipada é de "uma mulher presa em um corpo masculino" ou vice-versa, ainda que muitos membros da comunidade transexual, assim como pessoas de fora da comunidade, rejeitem esta formulação.
Na França, deixou de ser considerada como transtorno mental em 2010 e foi o primeiro país a tomar esta decisão
Os requisitos mínimos para que uma pessoa seja considerada transexual estão sempre em debate e evolução.

Mas para ser considerado transexual o indivíduo não deve ser um sintoma de outro transtorno mental, tal como esquizofrenia, nem estar associada a qualquer anormalidade intersexual, genética ou do cromossomo sexual[1] e a persistência do transtorno durante um longo período de tempo, que a OMS quantifica como no mínimo de 2 anos.[1] Alguns consideram que as mudanças provocadas por tratamento hormonal, sem alterações cirúrgicas, são suficientes para qualificar o uso do termo transexual. Outros, especialmente agentes de saúde, acreditam que existe um conjunto de procedimentos, que engloba psicoterapia, hormonioterapia e cirurgia devem ser seguidos de acordo cada caso e não de forma padronizada para todos. O público em geral muitas vezes define “um/uma transexual” como alguém que fez ou planeja fazer uma cirurgia de “mudança de sexo”. Uma definição mais simples, utilizada por alguns autores, considera como transexual alguém que se identifica no sexo oposto.[4] O termo corrente em uso para definir mudanças das características sexuais é Cirurgia de Reatribuição Sexual - CRS (Sex Reassignment Surgery - SRS, em inglês), um termo que reflete a idéia de que as pessoas transexuais não estão “mudando de sexo”, mas corrigindo seus corpos. Entretanto, tem sido comumente aceito que o desejo de pertencer ao sexo oposto, ou a afirmação de que determinada pessoa é do sexo oposto ao sexo designado no nascimento, já é condição suficiente para alguém ser transexual. Em contraste, algumas pessoas transgêneras muitas vezes não se identificam como sendo ou querendo pertencer ao sexo oposto, mas como sendo ou querendo ser do gênero oposto.

Transexualidade (também conhecida como transexualismo, ou neurodiscordância de gênero) é um termo entre os comportamentos ou estados que abrigam o termo transgênero. Transgênero é considerado um termo guarda-chuva para pessoas que fogem dos papéis sociais de gênero. Entretanto muitas pessoas da comunidade transexual não se identificam como transgênero. Alguns vêem transgênero como descaracterização e não reconhecimento de suas identidades porque, para estes, o termo significa uma "quebra de papéis sociais de gênero" quando de fato vêem a si mesmos como pertencendo a um papel de gênero diferente do que lhes foi designado no nascimento.

Pessoas transexuais são muitas vezes definidas como pertencentes à comunidade GLBTT ou Queer e alguns se identificam dentro da comunidade; outros não, ou preferem não usar o termo. Deve ser ressaltado que a transexualidade não está associada ou é dependente da orientação sexual. mulheres e homens transexuais exibem uma gama de orientações sexuais da mesma forma que os cissexuais (não-transexuais). Eles sempre usam termos para sua orientação sexual que estejam relacionados com o gênero final. Por exemplo, alguém designado como do gênero masculino no nascimento, mas que se identifica a si como uma mulher, e que é atraída tão somente por homens, irá identificar-se como heterossexual, não como gay; da mesma forma, alguém que foi designado como do sexo feminino no nascimento, se identifica como homem e prefere parceiros homens e irá se identificar como gay, não como heterossexual.

Em outra abordagem, velhos textos médicos descrevem, com freqüência, a transexualidade como uma variante da orientação sexual em relação ao sexo designado e não como uma variante do gênero ou da identidade, em outras palavras, referem-se a uma transexual MtF (de Homem para Mulher, do inglês Male-to-Female) que é atraída por homens como "um homossexual transexual masculino". Atualmente considera-se os termos MtF e FtM como cientificamente inacurados e clinicamente insensíveis. Hoje tais pessoas seriam chamadas, e provavelmente se identificam, como uma mulher trans-heterossexual (para MtF) e vice-versa para FtM.

Um certo número de pessoas de fora da comunidade transexual mantém o uso de termos em referência a pessoas transexuais associado com seu sexo de nascimento (por exemplo, chamando uma mulher transexual como "ele"). Esse uso é considerado no mínimo uma insensibilidade. Travestis, que sequer almejam uma cirurgia de reatribuição de sexo, preferem ser chamadas como "elas" no convívio social.

Transexualidade não deve ser confundida com crossdressing ou com o comportamento drag queen, que podem ser descritos como transgêneros, mas não transexuais, também, o fetichismo do travestismo normalmente não tem quase nada, ou nada, a ver com transexualidade, pois não apresenta o desejo real pela mudança de sexo. Nessa mesma linha também é necessário separar o fetichismo da travestibilidade das travestis que se identificam, de forma contumaz, no sexo oposto do nascimento.

Homossexualidade e religião

O relacionamento entre a homossexualidade e a religião varia de maneira enorme durante tempos e lugares. Alguns grupos não influenciados pelas religiões abraâmicas – judaísmo, cristianismo e islamismo – veem a homossexualidade como sagrada, enquanto que os grupos que foram influenciados por tais religiões veem-na quase sempre de forma negativa. Na era do colonialismo e imperialismo, praticado geralmente por países de fé abraâmica, algumas culturas adotaram atitudes antagonistas quanto à homossexualidade. Atualmente, grupos e doutrinas de religiões abraâmicas geralmente veem a homossexualidade negativamente; alguns desencorajam a prática, enquanto outros explicitamente a proíbem. É ensinado que a homossexualidade é pecaminosa, enquanto outros dizem que qualquer ato sexual por si só é pecaminoso. Apesar de tudo, há algumas pessoas dentro desses grupos religiosos que veem a homossexualidade de maneira mais positiva – há até quem pratique cerimônias religiosas de casamento entre pessoas do mesmo sexo. Alguns grupos afirmam que a homossexualidade pode ser "superada" através da fé. Há vários "centros de cura" espalhados pelo mundo, de onde saem os "ex-gays". No entanto, nenhum estudo científico comprova esta prática e ela é desencorajada pela maioria dos médicos.

*Judaísmo Se um homem coabitar sexualmente com um varão, cometerão ambos um ato abominável; serão os dois punidos com a morte; o seu sangue cairá sobre eles. – Levítico, 20:13-14 (NIV)
O Torá é a principal fonte para se analisar a visão judaica da homossexualidade. Nele está descrito que: "[Um homem] não deve deitar com um homem como [ele] se deita com uma mulher; isto é uma toeva ("abominação")" (Levítico 18:22). Assim como prevê vários mandamentos similares, a punição para a homossexualidade é a pena de morte, apesar de que na prática o judaísmo rabínico livrou-se da pena capital para todas as práticas há 2.000 anos atrás.

*O judaísmo rabínico tradicional prevê que este verso proíbe um homem de praticar sexo anal com outro. No entanto, o judaísmo rabínico proíbe qualquer contato homossexual entre homens e mulheres. O que alguns veem hoje como homossexualidade "biológica" ou "psicológica" não é discutido pelos rabinos mais conservadores. Discutem apenas que os atos são proibidos.

*Na tradicional interpretação da Igreja Católica, os atos homossexuais são reprovados na Sagrada Escritura, desde o Gênesis (castigo divino aos habitantes de Sodoma, donde vem o termo "sodomita", 19, 1-11) e o Levítico (18, 22 e 20, 13) até as cartas de São Paulo ("paixões desonrosas", "extravios", Rom 1,26-27 e também 1Coríntios 6,9 e 1Timóteo 1,10)
É frequentemente citado o texto de São Paulo aos Romanos:
"Os romanos trocaram a verdade de Deus pela mentira, adoraram e serviram à criatura em lugar do Criador, que é bendito eternamente. Por isso, Deus os entregou a paixões degradantes: as suas mulheres mudaram as relações naturais por relações contra a natureza; os homens, igualmente, abandonando as relações naturais com a mulher, inflamaram-se de desejos uns pelos outros, cometendo a infâmia de homem com homem e recebendo o justo salário de seu desregramento." – Epístola aos Romanos, 1:26-27 (NIV)
Durante toda a história do cristianismo, a Igreja Católica se posicionou explicitamente contra a homossexualidade e condenou a prática de sexo entre pessoas do mesmo sexo. Há inúmeras citações no Novo Testamento (e nos trabalhos de Justino, Clemente de Alexandria, Tertuliano, Cipriano de Cartago, Eusébio de Cesareia, Basílio de Cesareia, São João Crisóstomo, Agostinho de Hipona e de Tomás de Aquino) que servem de base para a crença de que a homossexualidade é errada e pecaminosa.
Apesar do Vaticano rejeitar o comportamento homossexual, alguns padres pregam que se casais do mesmo sexo decidirem se unir, que seja com compaixão e respeito um pelo outro. Porém, pela hierarquia católica na interpretação bíblica, tais padres acabam sendo punidos por estarem em contrariedade com a interpretação bíblica do Vaticano

The L Word (série mostra as vidas de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais )

The L Word é um seriado dramático da televisão a cabo dos Estados Unidos, criado por Ilene Chaiken. A série mostra as vidas de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais que vivem na cidade de Los Angeles, Califórnia.
Foi ao ar pela primeira vez em 18 de janeiro de 2004 no Showtime. No Canadá, é transmitido pelo canal Showcase, e no restante da América, pelo Warner Channel.
Dentre as atrizes do seriado estão Jennifer Beals (que se tornou famosa nos anos 1980 por causa do filme Flashdance) e Mia Kirshner (que fez Não é Mais Um Besteirol Americano em 2001)
Premissão
A série centra-se nas vidas e relacionamentos de uma série de mulheres lésbicas e bissexuais que vivem no bairro de West Hollywood, em Los Angeles. No início da série, Bette Porter, directora artística de uma galeria de arte, e Tina Kennard, um casal há 7 anos, tentam conceber um bebê por inseminação artificial; Dana Fairbanks, uma tenista em ascensão, lida com assumir-se; Jenny Shecter, uma aspirante a escritora que acaba de se licenciar, que recentemente se tornou vizinha de Bette e Tina com o seu namorado Tim Haspel, lida com a sua crescente atração por Marina Ferrer e Alice Pieszecki, uma jornalista bissexual, debate-se com a sua relação pouco saudável com a sua namorada intermitente. O ponto de encontro das amigas é, desde então, o bar e café The Planet, onde frequentemente se encontram nos episódios. A dona deste é Marina Ferrer, que assim conhece o grupo, e mais tarde Kit Porter, a irmã de Bette, uma antiga cantora com um problema alcóolico.

Bissexualidade comentada pela Sexóloga Adriana Sommer da Costa


Já se ouviu falar muito em aquela pessoa que gosta tanto de se relacionar com homens, como com mulheres e que “recebem” o nome de gillete. Gillete? Ora a gillete não corta para os dois lados? Então? É mais ou menos assim que é vista a pessoa bissexual. Mas isso é uma conotação do senso comum. A realidade da bissexualidade é bem mais ampla e complexa.
A bissexualidade tem como característica, um homem sentir-se atraído afetiva-sexualmante por mulheres, mas também para com os homens, sendo que o mesmo pode acontecer com as mulheres, ou seja, podem sentir atração por homens e por mulheres, e isso não significa um a relação ao mesmo tempo, ou seja, estar com os dois sexos. Ah! E não é por ai, como deve estar pensando, e sim com cada sentimento ao seu tempo, em seu lugar, digamos que no coração de um bissexual, tem lugar para amar todos.
Para os heterossexuais, a bissexualidade, é “coisa de gente sem vergonha”, e para os homossexuais, é “coisa de homossexuais mal resolvidos”.Nem preciso salientar aqui, que o preconceito diante da bissexualidade fica extremamente escancarado, e rodeado por todos os lados.
Esse assunto merece todo nosso respeito, pois é uma parte da sexualidade que traz uma idéia de mistério e ate mesmo de fascínio, digamos que pode ser considerado intrigante.
Mas vejamos:
Ninguém nasce com idéia formada sobre sua vocação sexual. A bissexulaidade não pode ser vista como uma escolha, ate porquê ninguém nasce sabendo o que vai ser, o que quer ser, e isso nos já estamos cansados de saber, mas tentar entender se torna mais difícil, pois a mente das pessoas carrega muito preconceito, e isso impede a compreensão dos mistérios da sexualidade humana.
Biologicamente, se nasce homem ou mulher, seres fisicamente perfeitos e definidos aos olhos da sociedade. Mas o comportamento, ira tomar sua forma, diante de todas as influencias possíveis, dentro do contexto a que esta inserida, ou seja, diante do ciclo bio-psico-social.
Na chegada da adolescência, onde as descobertas com o próprio corpo começam a surgir, as vontades, os desejos, as curiosidades sobre o sexo estão exalando hormônios, é que tudo se torna mais complicado, porque, esse já é um período conturbado para os adolescentes, ainda mais sobre as duvidas sobre a sua própria sexualidade, que esta no auge de sua formação.
O que pensar, por exemplo, quando um rapaz tem lá suas vontades de estar com meninas, mas de repente seu pensamento é invadido por uma sensação estranha de querer estar também com um outro rapaz, seu colega da escola. Nossa? O que estaria acontecendo? Ele é um maluco? Esses e outros questionamentos irão permear a mente desse individuo por um bom e longo tempo, pois esta em conflito com suas escolhas sexuais.
Digamos que esse rapaz já tenha experimentado o sexo com seu oposto, ou seja, com mulheres, mas fica sentindo que algo ainda lhe falta. Inicia-se então, uma busca incessante pela “pessoa certa”, pois a idéia que tem sobre o que ta se passando com ele, seria de “encontrar essa pessoa certa”.
Porem seu desejo pelo mesmo sexo, continua ali presente, mas ele reprime e acaba sublimando tudo isso. É um processo lento e talvez doloroso, pois já não é alguém tão igual aos rapazes da sua idade, e a sociedade, como sempre, recrimina os diferentes, e o medo de ser diferente impede a tomada de decisões, por isso o bissexual pode ficar vários anos “em cima do muro”.
Mas, essa pessoa, percebendo em si a falta que faz ter a outra parte que lhe completa, que seria aqui uma pessoa do mesmo sexo, ele então, já se identifica como um ser bissexual e ira ter que encarar os sentimentos que tem e tentar viver da melhor forma possível com isso. Se essa pessoa se deixar sofrer muito pelo preconceito, o que, depende do seu modo de ser, ele vai acabar sofrendo duplamente, pois se deixar um ou o outro sexo de lado, ira se sentir um eterno incompleto.

Sou Bissexual ou Heretossexual?

Oi de novo bem passei por uma experiência na minha vida quando tinha mais ou menos 12 pra 14 conheci uma menina e nisso até o certo momento éramos aquela meninas que não saia sem a outra tudo era com ela e ela comigo não tinha um momento que não estivéssemos juntas passando esse tempo eu sempre fui curiosa com tudo que não conhecia comecei a perceber mudanças no meu corpo mais ate então não tinha noção do que seria já que na minha cabeça pra ser mulher era La pros 18 anos isso era o que ouvia durante meu crescimento minha amizade com essa menina começou a fica diferente já que a curiosidade ficava mais forte com o passar do tempo na escola ouvia as meninas falar eu tenho pedrinha, dei meu primeiro beijo e tal sempre quando chegava em casa tinha algo pra conta pra ela mais o estranho era que pra ela nada era surpresa ate que um dia ela me conta que já sabia de tudo que tinha comentando que ela sim poderia me explica, pois já tinha experiência própria como minha curiosidade sempre foi máster até hoje pedir pra ela mostra o que já sabia foi quando rolou meu primeiro beijo nossa na hora não tinha entendido nada mais curti e nossa amizade ficou mais seria sempre pedia pra mostra coisas novas como citei antes ela foi meu primeiro beijo na vida com o tempo fui conhecendo mais esse tema na época pra minha família não poderia nunca ser tocado não digo que sou Heterossexual mais sim que gosto de conhecer tudo que o mundo tem pra oferecer mais conhecida como cabeça aberta bom durante o tempo da nossa amizade conhecer o corpo de uma garota de todas as formas pra alguns já deve ta pensando meu Deus mais era nova de mais não sabe por que curiosidade não tem idade melhor conhecer de forma natural e tento uma pessoa que possa mostra o limite do que se jogar no mundo e ver que não é nada daquilo que mostra ser então você Mãe e Pai sentem com seu filho e explique com toda paciência, pois assim pode evita que ele sofra qualquer preconceito na vida por falta de esclarecimento sendo Que isso começa em casa e depois complementando na escola.

Encarar de frente o preconceito e assumir a homossexualidade

O problema é que essa discriminação se reflete em pelo menos um dado cruel: 1/3 dos casos de suicídio entre adolescentes está ligado ao conflito de identidade sexual. “A tarefa do adolescente é a construção da identidade própria e segura. O homossexual tem dificuldade de conquistar essa segurança porque é agredido o tempo todo – desde criança ouve críticas aos gays e, quando começa a se sentir como tal, tenta negar essa situação, afugentar fantasias. Essa confusão mental se soma à frustração de não corresponder às expectativas sociais”, explica a médica Maria Ignez Saito, chefe da Unidade de Adolescentes do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo (Brasil). “O suicídio é a solução encontrada para terminar com algo que o jovem não suporta mais: a própria vida.” Baixa auto-estima e depressão Sentir-se diferente na adolescência é extremamente penoso. Porque agir e pensar igual ao grupo torna-se essencial para se sentir aceito. Ser normal é a palavra de ordem para o adolescente. Quando isso não acontece, a autoconfiança fica abalada. Não é raro o jovem se definir como uma farsa e, inconscientemente, adotar comportamentos autodestrutivos. “Em diferentes estudos, jovens gays relataram importante isolamento social e emocional (80%), evasão escolar (28%), uso de álcool e de drogas (58%)”, diz o médico e psicoterapeuta Eugenio Chipkevitch, de São Paulo. É fácil entender o elo entre homossexualidade, isolamento, drogas, evasão escolar e suicídio. As drogas servem como válvula de escape para superar a solidão. “A maior parte dos adolescentes vive sua homossexualidade solitariamente. Leva, em média, quatro anos entre o momento da descoberta da opção sexual e a hora em que decide compartilhar essa realidade com alguém”, explica Chipkevitch. Nesse intervalo de tempo, enquanto o jovem heterossexual pode exercer a sua sexualidade livremente, o homossexual teme ser descoberto e ridicularizado. Por isso, vive policiando as próprias atitudes – um estado de alerta que culmina em estresse crônico. Desajuste social, estresse e doenças A pressão constante para ser igual aos outros pode resultar em manifestações psicossomáticas. “É comum atender adolescentes homossexuais com dores abdominais, falta de ar e queixas psicológicas, como estar ouvindo vozes, por exemplo. É como se transferissem para o corpo algo que têm medo de descobrir intimamente”, explica Maria Ignez. Por esse motivo, reconhecer a homossexualidade é a melhor forma de lidar com ela. “Quem admite sua opção sexual se cura dos sintomas porque não precisa mais dessas muletas”, diz a médica. Terapia para reversão de sexualidade só aumenta o sofrimento Outro ponto vital: não existe terapia capaz de reverter a opção sexual. Essa estratégia pode fazer mal até. “Coloca o adolescente contra ele mesmo. E traz um grande risco para o suicídio”, alerta Chipkevitch. Os pais podem ajudar dando afeto, mantendo o filho acolhido e demonstrando que se orgulham dele. “Procuro lembrar os pais de que o filho continua o mesmo”, diz Chipkevitch. Outra forma de desejo Para o psicólogo e sexólogo Claudio Picazio, autor do livro Diferentes Desejos – Adolescentes Hetero, Homo e Bissexuais (Editora Summus), a chegada dos hormônios dá ao corpo maturidade física para viver a sexualidade. “Com essa mudança biológica, o jovem descobre que deveria gostar de Luiza, mas ama Luiz. E aí é que começa a crise”, explica. “A adolescência é o grande momento de ajudar esse jovem a respeitar a sua sexualidade. Ser homossexual não é uma doença física ou psíquica. É apenas outra forma de desejar alguém.” A atração pelo mesmo sexo era perfeitamente aceita em épocas como a Antiguidade grega – a homossexualidade era considerada a forma mais nobre de amor. “Emocionalmente, somos bissexuais. Temos a capacidade de amar em igual intensidade homens e mulheres”, diz Picazio

Continuação Heterossexual,Homossexual,Bissexual

Bom pra você entender essa parte precisar ler o que é cada um dos termos citados a cima se já leu então vamos lá acho engraçado no dia-a-dia quando uma pessoa for classificada por sua opção sexual quando percebe que tem um casal de Homossexual ao seu lado vira a boca ou até mesmo é capaz de sair do lugar por achar aquilo o fim do mundo sem saber ela que isso existe a mais de mil anos mais como a própria sociedade sempre acha uma maneira de tenta esconder quando não esta na aprovação da grande maioria é mais fácil excluir determinado indivíduo que pra eles são errado ou doença mais se for pra ponta d lápis vão perceber que a população de Homossexual de forma geral já tem um patamar bem estabelecido você mesmo pode ter um amigo ou amiga que é mais não se mostra com medo do preconceito que existe duvido que nunca tenha presenciado um maltrato a uma pessoa que tenha a opção sexual diferente que a sua então se você mesmo perceber a sociedade ou o sistema faz com que sua opção sexual seja obrigatoriamente Heterossexual por que isso tem religiões e pessoas que acha isso o fim da picada ter alguém que não seja da mesma opção é trata até mesmo como uma doença contagiosa não to aqui pra dizer olha o mundo é gay e coisa tal quero mostra que devemos viver em uma sociedade verdadeira que cada um possa ser feliz do jeito que deseja e não tenha medo de sair na rua, pois acha que vai ser agredido então se é uma SOCIEDADE DEMOCRATICA têm que começa cedo à mostra que tem Policial, Deputado, Celebridade e tantos outros livres pra escolher com quem ser feliz e por que você tem que esconde!

Heterossexual, Bissexual, Homossexual

Vou aborda um tema que pra alguns é um tabu ou conhecido como falta de vergonha o que na verdade é pura falta de informação e cabeça fechada pro mundo que sempre existiu mais por comodidade achamos melhor fingir que não existia.

Homossexualidade (do grego antigo ὁμός (homos), igual + latim sexus = sexo) refere-se ao atributo, característica ou qualidade de um ser, humano ou não, que sente atração física, estética e/ou emocional por outro ser do mesmo sexo. Enquanto orientação sexual, a homossexualidade se refere a "um padrão duradouro de experiências sexuais, afetivas e românticas principalmente entre pessoas do mesmo sexo"; o termo também se refere a indivíduo com senso de identidade pessoal e social com base nessas atrações, manifestando comportamentos e aderindo a uma comunidade de pessoas que compartilham da mesma orientação sexual."

Bissexualidade consiste na atracção fisica e emocional por pessoas tanto do mesmo sexo quanto do oposto, com níveis variantes de interesse por cada um, e à identidade correspondente a esta orientação sexual.
Bissexual é portanto o termo aplicado a seres e, mais comumente, pessoas, que se sentem atraídos por ambos os sexos, servindo portanto de um quase meio-termo entre o hetero e o homossexual. O número de indivíduos que apresentam comportamentos e interesses de teor bissexual é maior do que se suporia à primeira impressão.

Heterossexualidade (também algumas vezes identificada por heterossexualismo) refere-se a atracção sexual e/ou romântica entre indivíduos de sexos opostos, e é considerada a mais comum orientação sexual nos seres humanos. A utilização corrente do termo tem as suas raízes na abrangente tradição da taxonomia da personalidade no século XIX. Esta continuou a influenciar o desenvolvimento do conceito moderno de Orientação sexual, sendo associada ao Amor romântico e identidade adicionalmente ao seu exclusivo significado sexual.
O adjectivo heterossexual é usado para descrever relações íntimas e/ou sexuais entre indivíduos do sexo masculino e do sexo feminino, os quais podem ou não identificar-se como heterossexuais

Confusao!

Bom já tinha passado pela minha cabeça criar um blog e conta algumas experiências que tive na vida sei lá talvez ajudar pessoas que procura sempre uma desculpa ou razão em algum momento na vida bem não sou a melhor pessoa pra falar eu acho x ou y mais quem sabe com as minhas aventuras eu possa mostra que a vida é a gente que monta ela e não ao contrario, pois bem assim começo a escrever e você a perceber o quanto uma palavra pode mudar a vida ou ate mesmo ajudar acabar com ela já sei até o que esta pensando menina pessimista ai você pensou errado eu tenho mostra da melhor forma que podemos resolver tudo basta ter força de vontade e realmente deseja isso pra si próprio ao longo do blog vai perceber que tudo tem um motivo e razões pra acontecer mesmo que em alguns momentos não aceitamos isso mais na vida nada é fácil, pois, se fosse nem graça teria né então espero que goste aceito criticas e elogios e, por favor, não deixa comentário que possa ofender ou até mesmo machucar quem tem vontade de mostra o sentimento mesmo que seja desconhecido e assim vamos às verdades nuas e crua da vida Seja muito bem vinda (o)